Casa de lego


Em primeiro de agosto deste ano, o apresentador britânico James May, com a ajuda de um grupo de cerca de 1200 voluntários, se engajou em uma nova (e curiosa) causa e começou a construir um sobrado todo feito de Lego em tamanho real no meio de um vinhedo em Dorking, Reino Unido.
Para que esse projeto se tornasse real foram necessárias mais de 816 milhões de peças de LEGO e muita paciência. Além disso, a intenção de May era morar na construção temporária por alguns dias depois que ela ficasse pronta.
A Casa LEGO foi o desafio mais recente do qual James May participou como parte da sua série James May’s Toy Stories (ou As Histórias de Brinquedos de James May) no canal BBC.



Aguarde, em breve mais episódios de James May!
Veja neste link o convite que James fez aos voluntários:
http://www.jamesmaystoystories.com
E aqui um pouco mais sobre o projeto:

Fonte: Reprint

Casa mais estreita de NY está à venda por US$ 2,7 milhões

A casa mais estreita de Nova York está à venda. Com seus 2,7 m de largura e 12 m de comprimento, o prédio de tijolo no Greenwich Village foi construído em 1873 e é uma das atrações do bairro, o que elevou seu preço para US$ 2,7 milhões.
Os atuais proprietários compraram a casa em 2000, por US$ 1,6 milhão. A residência possui cozinha (com saída para um sotão), sala de jantar e uma pequena sala de estar no primeiro andar, uma sala ampla no segundo e uma suíte no terceiro.
Segundo o corretor imobiliário Alex Nicholas, três potenciais compradores já agendaram visitas. Mas ele alerta: "devido à natureza estreita da casa, é preciso ser muito inteligente para conseguir decorá-la".


Fonte: Terra


Construtoras estão de olho em ruazinhas escondidas, que têm público certo

Na falta de terrenos para construir novos prédios nas ruas mais nobres da cidade, os olheiros das empresas redobram a atenção. Assim, de vez em quando, acaba surgindo um novo condomínio em ruazinhas escondidas e, por isso mesmo, mais tranquilas e charmosas, que só quem mora por perto conhece. Essas “agulhas em palheiros”, em geral, têm preços até 20% acima de lançamentos similares, feitos em ruas mais movimentadas. Mas vender é mais fácil: a liquidez também é maior, dizem consultores de mercado imobiliário.
O Copacabana Vert, empreendimento da João Fortes Engenharia na Travessa Guimarães Natal, em Copacabana, é um exemplo. Sem evento de lançamento, o prédio já foi quase todo vendido. São apenas 14 apartamentos de uma ou duas suítes, com preços que variam entre R$ 800 mil e R$ 2 milhões - valor da cobertura, que tem cinco suítes e 350 metros quadrados. Neste caso, há dois bons atrativos: a proximidade com o Parque da Chacrinha e com o metrô.
“Metade dos compradores já morava ali por perto, ou havia morado antes de sair da casa dos pais, e não tinha oportunidade de voltar porque não há quase oferta imobiliária na área”, conta Luiz Henrique Rimes, diretor de Negócios da João Fortes.
Tudo bem que, para quem mora no entorno desses novos prédios - gente acostumada com o silêncio -, nem tudo são flores. Afinal, são cerca de dois anos de obras. Mas mesmo para essas pessoas, há vantagens. E, numa política de boa vizinhança, as empresas tentam se reinventar. Na Tijuca, os moradores das bucólicas ruas Visconde de Cabo Frio e Homem de Melo, por exemplo, receberam, recentemente, violetas com o cartão de visitas da construtora Calçada, que se prepara para lançar no local o condomínio Renaissance.



Fonte: O Globo e Zap Imóveis


Construtoras fazem liquidação para vender lançamentos

Com o aumento dos estoques de imóveis ocorrido durante o período alto da crise financeira mundial, construtoras e incorporadoras estão investindo em ações agressivas de marketing para fazer uma verdadeira liquidação de seus lançamentos.

É o caso da InPar, que não efetuou lançamentos em 2009. Segundo a gerente de Marketing, Giancarla Medeiros, "todas as ações promocionais têm como objetivo vender mais".Sem lançamentos, a InPar trabalha duro para ter liquidez de estoque.

"Conforme o seu foco, você faz ações todos os fins de semana para atrair as pessoas", diz Giancarla. Ela conta que já reuniu cerca de 3 mil pessoas em um empreendimento no Espírito Santo, no qual houve uma apresentação da banda Paralamas do Sucesso.

O fato é que aumentar o número de pessoas nos lançamentos automaticamente gera um acréscimo na velocidade de vendas. "Nós vendemos mais rápido as unidades de empreendimentos que têm alguma promoção ou atividade", completa Giancarla.

Para liquidar as unidades de 33 de seus empreendimentos já lançados, a Even promove uma ação que chama a atenção pela proposta: dar R$ 1 mil para quem visitar seus imóveis e mesmo assim comprar do concorrente. Essa ação, que parece apelativa, é apoiada no crescimento do número de visitas.

Segundo o diretor de Marketing da Even, Meyer Cohen, a promoção deve aumentar em 70% o número de visitas aos empreendimentos. "Oferecer esse valor às pessoas que compram do concorrente tem um objetivo simples: as pessoas com certeza visitarão nossas unidades antes de procurar o concorrente", afirma Cohen.Mas existem alguns limites, como medidas semelhantes, preços com pequenas diferenças e proximidade na localização dos empreendimentos entre os imóveis.

Fonte: DCI

Controle uma casa inteligente

Agora morar em uma casa ou apartamento como a dos Jetsons não é mais algo tão impossível de acontecer. A iHouse chega para facilitar a vida e como a própria marca define, ela “inaugura uma nova era nas residências modernas, transformando em realidade o que só era visto na ficção científica.” Navegando no site, você pode ter idéia do que essa tecnologia é capaz: o usuário pode controlar sua casa inteligente através do celular abrindo persianas, acendendo e apagando as luzes, preparando um banho e muito mais. Há controles espalhados pela casa toda que ajudam a criar um ambiente muito mais aconchegante. Confira todas as possibilidades oferecidas no site:



Fonte: Reprint

Walt Disney anuncia compra da Marvel Entertainment

A Walt Disney anunciou a compra da Marvel Entertainment por US$ 4 bilhões, em uma movimentação que leva personagens e marcas como Hulk, X-Men, Wolverine, Homem-Aranha e o Quarteto Fantástico para o império de entretenimento de Mickey Mouse.A compra ocorre em um momento de baixa do mercado de entretenimento nos Estados Unidos, mas a Marvel atingiu certa estabilidade com filmes de grande audiência como Iron Man. Dentre os lançamentos previstos para os próximos meses estão a sequência Iron Man 2, Thor, e Homem-Aranha 4, além do primeiro Avenger em 2011.Para a Disney, o acordo pode ajudar a empresa a atingir o público mais jovem e masculino, uma das maiores reclamações dos investidores da empresa. A empresa tem grande sucesso entre as mulheres jovens, com Hannah Montana, Cinderela e Branca de Neve.Do ponto de vista financeiro, a aquisição já foi autorizada pelos conselhos administrativos de ambas empresas, avaliando a Marvel em US$ 50 por ação, um valor 29% maior do que o apontado pela bolsa de valores na última sexta-feira. Com a notícia, os papéis da empresa subiram 27%.
Fonte: Reuters e Meio e Mensagem

Novo advergame da Doritos
Clique aqui e confira o novo advergame de Doritos, o iD3, que chegou à web.
O jogo digital divulga o novo sabor misterioso de Doritos, iD3. Os consumidores são convidados a descobrir qual é o sabor secreto do snack - e podem ganhar o grande prêmio de £20 mil.
A agência Initials recrutou um time para dar vida ao game. Upset TV e o diretor Lucas Howe desenvolveram os scripts e filmaram os elementos de vídeo do jogo. Enquanto isso, o Rehabstudio foi responsável pelo design e a AMV BBDO trouxe sua expertise de planejamento digital.
Assista ao trailer do jogo:


Fonte: CCSP


Achar fiador ficará mais difícil


A vida de quem procura imóvel para alugar pode ficar mais difícil caso seja aprovado projeto de lei que tramita no Congresso proibindo tomada de imóvel único do fiador na hipótese de o locatário deixar de pagar os aluguéis. A avaliação é de Rubens Elias Filho, presidente da Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo (Aabic).
De acordo com o projeto, caso o locatário deixe de pagar os aluguéis, não seria mais permitido penhorar o imóvel dado como garantia do contrato de locação se este for o único imóvel do fiador. Ou seja, o fiador teria de ser dono de pelo menos dois imóveis para ser aceito pelas imobiliárias.


Na opinião de Elias Filho, caso a mudança seja aprovada na Câmara, ficará mais complicado alugar um imóvel, uma vez que os interessados só poderiam fazê-lo a partir de duas garantias: o seguro fiança ou o depósito de três meses do valor do aluguel em conta poupança, instrumentos já utilizados. “Sem fiador, será mais difícil aprovar as fichas de quem pretende alugar um imóvel e não tem condições de pagar seguro fiança ou fazer o depósito exigido como garantia”, diz.
Apesar de prever dificuldades, o representante da Aabic, instituição que reúne “as cem maiores administradoras de imóveis da capital”, afirma que boa parte dos contratos de locação já é garantida pelo seguro fiança, cuja cobertura prevê a falta de pagamento de aluguéis, taxas de condomínio e danos contra o imóvel.
A edição de agosto da Pesquisa de Locação do Creci-SP, que reúne dados de junho mostra que o total de contratos de locação firmados na capital em junho, apenas 21,6% tinham o seguro fiança como garantia. A maioria, 54,4%, foi garantida por fiador.
Elias Filho, da Aabic, não acredita que o projeto de lei seja aprovado em definitivo. “O mercado ainda vê a figura jurídica do fiador como a mais segura”, afirma.


Fonte: Jornal da Tarde e Zap Imóveis

Fundos setoriais de construção têm boom de captação

A disparada dos papéis das empresas de construção civil negociados na Bolsa de Valores de São Paulo neste ano motivou investidores a correrem para os fundos que investem apenas em ações do setor. O Índice Imobiliário (Imob) da bolsa, que reúne os papéis das companhias do segmento e serve de referência para os fundos de construção civil dos grandes bancos, registra alta de perto de 180% no ano - mais de três vezes o avanço de cerca de 52% do Ibovespa, principal índice da Bovespa.







“Não há como negar a influência desse fator na captação”, afirma o diretor-executivo da BB DTVM, Carlos José da Costa André. O fundo da casa, vendido nas agências do Banco do Brasil, teve depósitos líquidos (descontados os resgates) de R$ 76 milhões neste ano até o dia 25, o que – aliado à rentabilidade da carteira – fez o patrimônio saltar de R$ 1,3 milhão no fim de 2008 para os atuais R$ 101,7 milhões.
“Quando o investidor examina as opções de investimento em renda variável e se depara com a performance desses fundos, ela chama atenção. As empresas têm desempenho favorável no ano, o que reflete no fundo”, diz André, destacando que nenhum outro fundo de ações da prateleira da instituição tem desempenho semelhante. O fundo BB Ações Construção Civil rende 171,7% em 2009, segundo o site financeiro Fortuna (www.fortuna.com.br).



“O setor teve uma performance muito ruim durante a crise no ano passado, com a saída dos investidores estrangeiros, além das dúvidas de que as empresas conseguiriam manter ritmo de crescimento, já que dependem de capital de giro e financiamento”, diz o gestor de fundos do Itaú Unibanco, Luiz Ribeiro. “As grandes mudanças deste ano são o fato de a crise estar equacionada, de as empresas voltarem a ter acesso ao mercado, além do pacote do governo (“Minha casa, minha vida”) e da queda da taxa juros.”
Embora já tenham tido valorização expressiva até agora, as ações de construção civil ainda têm perspectiva positiva daqui para frente. Foi com esta visão que a Caixa Econômica Federal lançou, há dois meses, um fundo referenciado no setor. “Acreditamos que o programa ‘Minha casa, minha vida’ continuará favorecendo as ações de construtoras”, afirma o gerente de fundos de renda variável do banco, Marcelo de Jesus. Desde o lançamento, a carteira rendeu 66% e captou R$ 9 milhões.
Analistas concordam com a avaliação de que o setor ainda é uma boa aposta para o longo prazo. “A perspectiva é bem positiva para o setor”, diz o analista de construção civil da corretora Fator, Eduardo Silveira, que está revisando suas projeções para os papéis depois de ver as companhias entregando e projetando resultados melhores que os esperados. Na opinião dele, o pacote do governo é o grande assunto. “São R$ 34 bilhões que, embora tenham o foco mais voltado aos imóveis para a baixa renda, criam um otimismo geral”, diz.
O analista ressalta que as vendas se recuperaram, inicialmente, no segmento de baixa renda e agora têm mostrado mais fôlego na faixa de preço até R$ 500 mil. Há espaço, agora, para as vendas de imóveis de renda média e alta se reerguerem. “Temos tudo para ter um segundo semestre bem melhor, com um terceiro trimestre mais interessante que o segundo.”

Fonte: Agência Estado

Juro menor valoriza cota imobiliária

A redução da taxa básica de juros e a consequente caça a alternativas de investimento mais rentáveis pelos brasileiros têm contribuído para a valorização das cotas dos fundos de investimento imobiliário negociados na Bolsa de Valores de São Paulo. Dentre as carteiras mais negociadas, há casos em que o avanço das cotas acumulado neste ano chega perto de 50% - próximo do registrado pelo Ibovespa, o principal índice de ações da Bolsa paulista. “O desempenho é espetacular”, afirma Sergio Belleza, dono da Fundo Imobiliário Consultoria de Investimentos.


O aumento da procura pelos fundos imobiliários está relacionado com a distribuição de rendas aos cotistas que, em muitos casos, proporciona uma rentabilidade mais alta que a obtida nos produtos comuns de renda fixa. Explique-se: nos moldes tradicionais, tais carteiras direcionam os recursos dos investidores a empreendimentos imobiliários, como prédios comerciais ou shopping centers, visando a obter ganhos com a locação ou arrendamento de salas. A receita dos aluguéis, após o desconto das despesas, “cai na conta” dos investidores todo mês. Mal comparando ao mercado acionário, a renda distribuída pelos fundos imobiliários se assemelha aos dividendos pagos pelas empresas a quem detém seus papéis. Já a pouca liquidez das carteiras imobiliárias – a baixa quantidade de negócios na Bolsa – lembra as ações small caps.
Há riscos a considerar. Além da possibilidade de desvalorização das cotas – o que aconteceria caso o cenário econômico se altere e os juros subam, exemplifica Belleza –, há chance de as salas do imóvel ficarem desocupadas, como ocorreu com o fundo Projeto Água Branca, da Coinvalores. Em 2003, foram alugados apenas cerca de 20% das torres principais do empreendimento em que investe, em São Paulo. “Os cotistas ficaram sem receber rendas por um ano e meio. Hoje os prédios estão todos alugados”, conta Telles. A vantagem do fundo, frente ao imóvel físico, é o fato de o cotista virar dono apenas de parte do empreendimento, pondera Telles. “Se um andar for desocupado, não é seu andar, e sim o andar de todos.”


No final do ano passado, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) editou a instrução 472 que permite aos fundos imobiliários incluir na carteira ativos financeiros ligados ao setor, como Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), cotas de outros fundos imobiliários e até ações de empresas do ramo. Mas espera-se para logo, segundo Fass, a sanção de uma medida provisória pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva que esclareça questões tributárias relacionadas a essa novidade. A promessa é de que CRIs e outros ativos financeiros fiquem livres de Imposto de Renda. “A norma da CVM possibilitou novos investimentos, mas o entendimento sobre a tributação não ficou claro”, afirma Fass. Na Rio Bravo, a expectativa é de estruturar novos produtos assim que a medida provisória efetivamente saia.

Fonte: Agência Estado